Quinta, Sexta e Sábado, às 20h, e Domingo, às 16h | Ingressos via Sympla

Quinta, Sexta e Sábado, às 20h, e Domingo, às 16h | Ingressos via Sympla
A Temporada da São Paulo Companhia de Dança de 2026 apresenta três espetáculos em uma única sessão: “Indigo Rose”, de Jiří Kylián; “Agora”, de Cassi Abranches; e a estreia de “O Som da Chuva”, de Joëlle Bouvier.
Indigo Rose
Em “Indigo Rose”, o coreógrafo explora a vivacidade de seus intérpretes para criar uma peça sobre a transição da juventude e as relações humanas. A movimentação rápida, virtuosa, articulada e ao mesmo tempo lírica, faz alusão à busca pela perfeição.
Agora
O espetáculo explora a palavra ‘tempo’ em seus possíveis significados. A coreógrafa esculpe os movimentos no corpo de cada bailarino a partir dos ritmos musicais da trilha composta por Sebastian Piracés, que utiliza bateria e elementos de percussão afro-brasileiros, misturados ao rock contemporâneo e ao canto. A obra recebeu o Prêmio APCA de Melhor Coreografia de 2019.
O Som da Chuva
Em “O Som da Chuva”, a coreógrafa constrói um percurso poético sobre estados emocionais provocados pelo amor, a partir de figuras femininas marcadas pelo desejo, pela memória e pela metamorfose. Sem recorrer a uma narrativa linear, a obra aproxima abstração, teatralidade e poesia visual, percorrendo estados entre sonho, memória, transformação e imaginação.
Espetáculo: Indigo Rose, de Jiří Kylián | Agora, de Cassi Abranches | O Som da Chuva (estreia), de Joëlle Bouvier
Linguagem artística: Balé Clássico / Dança Contemporânea
Companhia/Artista: São Paulo Companhia de Dança (SPCD)
Duração: 1h30 (com intervalo)
Classificação etária: Livre
Capacidade da sala: 827 lugares
Ingressos:
Balcão
Inteira: R$ 65,00
Plateia lateral
Inteira: R$ 80,00
Plateia central
Inteira: R$ 90,00
Informações adicionais de agenda: Quarenta e cinco minutos antes dos espetáculos, o público interessado em se aprofundar nas histórias e nos bastidores das criações poderá conversar com a diretora da Companhia, Inês Bogéa, em palestras gratuitas sobre os processos criativos das obras. As conversas têm duração de cerca de 30 minutos e contam com intérpretes de Libras.